Esse dia de passe-livre ocorre uma vez por mês. Os abarrotados ônibus fazem o gaúcho contrariar uma lógica: às vezes, é melhor pagar. O de graça é sofrível. Imaginem pegar um ônibus no verão, naquele calor, pessoas que não são vistas pelo chuveiro há dias, todas apertadas como em uma lata de sardinhas comprada em um mercado popular de uma vila qualquer.
Hoje, por ser ano-novo, pensei que seria um desses dias de passe-livre. Tive uma grata surpresa de não ser. Pude ir sentado, confortavelmente, porém pagando. Claro que "pagar" não nos dá certeza de "conforto". Mas em um domingo ou feriado, ah se dá...













